20 abril 2012 arquivado em: Blog
a luz da manhã iluminando minhas obrigações…
Eu juro que esse TCC tá mexendo com os meus neurônios. Não sei se é pelo fato de ele ser o primeiro trabalho de conclusão de curso, se é porque só tenho pouco mais de um mês para concluí-lo, se é a nostalgia dos últimos semestres de faculdade, se é a pressão de produzir, produzir, produzir, produzir, se é a TPM ou o conjunto da obra.
Já já completa um mês que eu não percorro outro caminho que não o casa – UFC, UFC – casa. E me sinto tão sufocada (?), com tanta necessidade de terminar isso o quanto antes, que às vezes chego a pensar que minhas atividades extra-curriculares estão me atrapalhando. Pulo de alegria quando sei que algum compromisso foi desmarcado, e ando fazendo careta pros eventos sociais. Dos três dias de prova de inglês, que já se passaram dois, eu não estudei nadinha, nadinha. E ainda cheguei atrasada na aula, claro, porque tava compenetradíssima nas pesquisas… ou porque perdi o ônibus, coisa que tem acontecido com frequência. Porque não basta a pessoa ter batido o carro na véspera de um feriado, né.
Talvez seja só neurose de virginiana, e talvez dê mesmo tempo de terminar tudo certinho… talvez, eu termine até antes! Mas enquanto isso, nessa não tão longa (mas árdua, muito árdua) caminhada, tá sendo legal perceber que (ainda!) existem pessoas dispostas a te ajudar, a compartilhar o que sabem! Tá sendo bacana poder estreitar laços com pessoas que, antes, eram só companheiras de alguma coisa ali dentro. É legal, porque você percebe que, de fato, não está tão sozinho. Compartilhar incertezas, subjetividades, angústias, e até a chuva forte que caiu enquanto você tava na parada… Ter a oportunidade de adquirir um outro olhar sobre pessoas que, antes, te despertavam frieza e indiferença. Sentir saudades de pessoas com quem você conviveu por um ou dois semestres. Ir saindo da toca, devagarzinho, e ir deixando seus olhos aceitarem a claridade.
A minha sensação, hoje, é de que eu estou mais perto do que longe. Ainda falta muito, muito mesmo, embora eu já tenha ultrapassado o limite máximo de páginas (eu e essa minha mania absurda de escrever!). A produtividade tem seus altos e baixos, acompanhando meu humor; mas agora, finalmente, consigo sentir os primeiros resquícios de ar fresco. Consigo submergir, respirar, enxergar. Ainda que pouco. 
Coragem, Juliana, coragem!
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